Infraestrutura brasileira terá R$ 7,5 bilhões da Energisa

Infraestrutura brasileira terá investimentos da EnergisaInfraestrutura brasileira vai receber R$7,5 bilhões da Energisa. A notícia é boa para o desenvolvimento econômico nacional. Entre os investimentos, obras de ampliação do cais flutuante do Rio Negro. E, também, da modernização do seu terminal portuário.

Segundo informa a Energisa, o projeto está apenas aguardando assinatura da Secretaria Nacional de Portos e Terminais Aquaviários (SNPTA). O órgão é ligado ao Ministério da Infraestrutura.

Redução de custos

A expansão tem potencial de reduzir custos na movimentação de contêineres, com impacto, por exemplo, no preço do frete da linha branca – eletrodomésticos como geladeira, fogão e máquina de lavar. O preço final do produto seria reduzido.

O principal porto do Rio Negro é o de Manaus, considerado o maior porto flutuante do mundo, o qual, desde 2014, vem recebendo investimentos da Energisa. De acordo com os cálculos da empresa, foram gastos, até agora, no porto, em torno de R$ 150 milhões.

Linhas de transmissão

A empresa já investiu cerca de R$ 11 bilhões nos sistemas de distribuição de energia nos últimos cinco anos, conforme relata o seu presidente, Ricardo Perez Botelho. O objetivo do investimento, segundo ele, é conectar clientes em localidades mais isoladas, por meio de linhas transmissoras.

No Norte, em estados como Rondônia e Acre, cerca de 20% da população é atendida por sistemas isolados, relata a Energisa. Os sistemas isolados são sistemas elétricos de serviço público de distribuição de energia elétrica que, em sua configuração normal, não se encontram eletricamente conectados ao Sistema Interligado Nacional – SIN, por razões técnicas ou econômicas.

Botelho assegura que não irá ocorrer aumento do valor da tarifa. Afinal de contas, essa é a maior preocupação dos usuários. O investimento, reforça ele, não resultará em custo extra e acrescentou: “Grande parte desse custo, que é muito alto, é pago por todo o Brasil. Então nós vamos desonerar o resto do país”.