Vacina contra Influenza a caminhoneiros tem inicio nesta quinta, 16

Vacina contra Influenza a caminhoneiros. Fruto de reivindicação das organizações que reúnem caminhoneiros, e da intervenção de parlamentares que apoiam a categoria, vai começar nessa quinta-feira, 16, a vacinação contra para caminhoneiros, incluídos entre os grupos de risco prioritários.

Entre os parlamentares que lutaram pela inclusão, está o senador Wellington Fagundes (PL-MT), presidente da Frente Parlamentar Mista de Logística e Infraestrutura (Frenlogi), que considera a categoria como uma das mais arriscadas para contrair o vírus.

Os caminhoneiros estão abandonados à própria sorte. E isso não pode acontecer, sobretudo em um momento tão agudo como o que estamos vivendo”, argumentou Fagundes na solicitação que fez ao Ministério da Saúde.

Nessa segunda fase da vacinação, os caminhoneiros estarão acompanhados dos profissionais das forças de segurança e salvamento (polícia e bombeiros), Mas, também dos portadores de doenças crônicas não transmissíveis (cardiopatas, diabéticos etc).

E, ainda dos funcionários do sistema prisional, adolescentes e jovens, dos 12 aos 21 anos, submetidos a medidas sócio-educativas. Enfim, dos motoristas do transporte coletivo e portuários. Os motoristas de aplicativos e taxistas não estão contemplados nessa fase.

Sequência

Na sequência, a partir de 09 de maio, será a vez de crianças de 6 meses a menores de 6 anos incompletos. Nessa mesma data, também para pessoas entre 55 e 59 anos, gestantes, puérperas, pessoas com deficiência e indígenas começam a receber a vacina.

Neste ano, o Ministério da Saúde antecipou o início da campanha, de abril para março. Dessa maneira, para proteger de forma antecipada os públicos prioritários contra os vírus mais comuns da gripe.

A vacina não tem eficácia contra o coronavírus. Porém, neste momento, irá auxiliar os profissionais de saúde na exclusão do diagnóstico para coronavírus, já que os sintomas são parecidos.

A vacina contra Influenza, também ajuda a reduzir a procura por serviços de saúde. Estudos e dados apontam que casos mais graves de infecção por coronavírus têm sido registrados em pessoas acima de 60 anos. O grupo que corresponde a 20,8 milhões de pessoas no Brasil. Por isso, que a primeira fase da campanha contemplou esse público.