Logística, agronegócio e transporte incrementam locação de caminhões

Transporte rodoviário de cargas

Locação de caminhões acabou incrementada pela logística, agronegócio e transporte em meio à crise de coronavírus. A confirmação vem de empresário do setor e a matéria completa está no jornal Estado de São Paulo.

De acordo com a matéria, a Ouro Verde, de Curitiba (PR) está com 94% de sua frota ocupada. A empresa possui uma frota de 5 mil caminhões e 3 mil equipamentos (carrocerias, máquinas agrícolas e para construção.

Ainda de acordo com o texto, neste ano, a empresa já registrou crescimento de 30% nos negócios em relação ao ano passado. Dessa forma, impulsionado pelo setor do agronegócio, rodoviário, elétrico e de saneamento, segundo o diretor comercial Manuel Silva.

“Neste período de pandemia, e com o consequente impacto negativo no caixa, a desmobilização dos ativos e o aluguel são demandas recorrentes para melhorar a situação das empresas”, afirmou Silva ao Estadão.

Aluguel a antigos donos

A Ouro Verde também opera com a chamada “Sale Lease Back”, modalidade de compra de frotas usadas para ser alugada aos antigos donos. “A empresa tem planos ambiciosos de ampliação da frota ainda neste ano, aproveitando a demanda e as boas oportunidades no mercado, bem como sua capacidade de investimento”, diz o executivo.

A procura pela locação de caminhões começou a ganhar força nos últimos dois anos e teve empurrão extra na pandemia. “A crise atual acelerou a demanda por locação de caminhões, já que as empresas se viram obrigadas a estudar soluções para o curto prazo que pudessem reduzir custos e reforçar o caixa, sem afetar suas operações”, afirma Renato Vaz, diretor da Marbor Frotas Corporativas, de Mogi das Cruzes (SP), que tem 100 veículos alugados.

Com 13,5 mil unidades para locação, o Grupo Vamos, da JSL, foi responsável nos últimos 12 meses por 4% das vendas de caminhões das montadoras, informa Gustavo Couto, presidente da locadora, a maior do Brasil no segmento. Criada no fim de 2015 em São Paulo, a empresa registrou crescimento de 30% ao ano, ritmo mantido mesmo no período de pandemia.

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